"Se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras".
O rapazinho, talvez incomodado pela precariedade do seu emprego, considera que o país chegou irremediavelmente ao fim (passando a si próprio e aos seus um atestado de incompetência) e aconselha os jovens a porem-se ao fresco.
O Povo dá-lhe toda a razão. A perspectiva, demasiado real, de Portugal vir a ser num futuro próximo governado por fedelhos como ele é um pesadelo e provoca suores frios aos mais rijos. E deverá fazer com que todo o jovem com dois dedos de testa fuja espavorida para o mais longe possível.
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