Martin Schulz (social-democrata presidente do Parlamento Europeu) criticou a Europa em geral e Portugal em particular por andarem em más companhias. Não gosta que a Europa (supostamente) democrática e social namore com uma China dominada por um regime esclavagista. E acha que a paixão do Mordomo e do Canalha pelo investimento (de dinheiro sujo) angolano em Portugal só pode conduzir "este País" ao declínio.
O Povo não poderia estar mais de acordo e certamente não o diria melhor. E acha que não seria nenhuma ingerência nos assuntos Portugueses se este membro do SPD alemão explicasse o conceito de social-democracia aos liberal-cervejistas cá da terra, para que ao menos percebessem o significado da sigla do partido em que militam (PSD). E para que convulsivassem um pouco mais quando a Sra Merkel lhes dá ordens (ingerência) e menos quando alguém diz coisas acertadas.
Pois se é verdade que talvez não seja muito digno andar de mão estendida, como diz o Mordomo (embora não hesite em pedir esmola ao Sr Eduardo dos Santos e à sua inefável filha Isabel), ainda menos digno é pôr-se de quatro e com a cauda ligeiramente levantada quando a dona assobia. Número que ele próprio e o seu inseparável Canalha tão bem executam.
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